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Geral - 14/01/2026
INPC de dezembro sobe 0,21% e alimentação volta a pressionar o custo de vida

O INPC de dezembro avançou 0,21%, acelerando frente a novembro. A alta dos alimentos e de despesas essenciais voltou a pressionar o custo de vida das famílias de menor renda, segundo dados do IBGE. Continue lendo e saiba mais.

Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de dezembro avançou 0,21%, acelerando em relação a novembro (0,03%), segundo dados divulgados nesta sexta-feira (09/01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Portanto, o resultado reflete a retomada da alta dos alimentos e o avanço de itens não alimentícios. Sendo fatores que afetam diretamente o custo de vida das famílias de menor renda.

Ao contrário do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o INPC é mais sensível às despesas essenciais do orçamento doméstico. Por isso, mesmo com inflação acumulada de 3,90% em 2025, abaixo dos 4,77% registrados em 2024, o resultado mensal sinaliza que o custo de vida das famílias de menor renda voltou a sofrer pressão no encerramento do ano.

INPC de dezembro é impulsionado por alimentos e itens não alimentícios

A leitura de dezembro mostra que os produtos alimentícios voltaram a subir após queda registrada em novembro. Além disso, itens não alimentícios também apresentaram aceleração no período.

Principais componentes do INPC de dezembro:

Portanto, o avanço dos alimentos interrompeu a sequência de alívio observada nos meses anteriores e voltou a ter peso significativo na formação do índice.

INPC de dezembro revela impacto regional de energia e alimentos

Os dados regionais do INPC de dezembro mostram que reajustes tarifários e oscilações nos preços de alimentos básicos afetaram o índice de forma desigual entre as áreas pesquisadas. Entre as regiões analisadas pelo IBGE, Porto Alegre apresentou a maior variação do mês, enquanto Curitiba registrou o menor resultado.

Destaques regionais do INPC de dezembro:

– Porto Alegre: +0,57%, pressionado por energia elétrica (+3,87%) e carnes (+2,04%)
– Curitiba: –0,22%, com queda da energia elétrica (–3,23%) e recuo das frutas (–4,82%)

Essas diferenças reforçam como itens essenciais, como energia e alimentação, continuam determinantes para a variação do índice. E, além disso, para a percepção do custo de vida no curto prazo.

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fonte: Economic News
leia a matéria completa em: https://economicnewsbrasil.com.br/2026/01/09/inpc-de-dezembro-2025//

 

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