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Responsabilidade Social

Casa do Menor São Miguel Arcanjo

A Casa do Menor São Miguel Arcanjo nasceu em 12 de novembro de 1986, criando assim uma história de muita luta em favor dos carentes.

Em nossa história temos como protagonistas muitas crianças, adolescentes e jovens que tiramos da rua, tiramos do risco social ou pessoal em que viviam e lhes ensinamos a amar. Amando, essas crianças, jovens e adolescentes, reescrevem suas próprias histórias dentro da nossa história. Hoje, muitos deles são formadores, colaboradores e multiplicadores nos ajudando nessa construção de mundo novo.

Nosso trabalho não para. Continuamos resgatando vidas e levando-as o saber amar e o saber ser amado. Mostramos a eles que existem outras possibilidades além da rua, do crime, da droga. Apresentamos a eles os valores que eles desconhecem através da nossa pedagogia-presença. Uma presença efetivamente familiar. Somos pais e mães para eles na presença do amor.

Nosso objetivo é levar a boa acolhida, a formação, apresentando uma possibilidade de viver melhor. Pretendemos formar para o futuro. Buscando uma qualidade de vida para esses menores, que são "maiores" no amor de Deus, a casa do Menor São Miguel Arcanjo procura abrigá-los em suas casas-lares, ou em seus cursos profissionalizantes, e assim, a família Casa do Menor vai crescendo e se multiplicando pelo país.

Local de Atuação:
Av. Duque Estrada Meyer, 222 -Miguel Couto Nova Iguaçu / RJ - Telefone: 21-2886-0011 / 3779-9909
Supervisor: Eduardo Simão.

Convênios:
Sindicato das Seguradoras, Generali Seguros, Herbalife e Igrejas Católicas.

Conselho Tutelar:
Abordagem nas ruas e levadas pelas próprias famílias.

A Casa do Menor tem unidades em:
Rio de Janeiro (Nova Iguaçu), Teresópolis, Guapimirim, Fortaleza e Alagoas

Estrutura / Instalações:
Tem como objetivo ir ao encontro dos meninos nas ruas, acolher suas reais necessidades, ajudá-los a "sonhar" criar relações de referencia e oferecer-lhes alternativas possíveis e atrativas à situação de moradia de rua, encaminhando-os às instituições ou programas sociais, ou propiciando seu retorno à própria família biológica.

Em parceria com a Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu, a unidade possui programas de prevenção a doenças, oficinas de saúde, acompanhamento clínico – pediátrico, tratamento odontológico, acompanhamento de gestantes, vacinações, visitas domiciliares, curativos. Tudo voltado às crianças e aos adolescentes, aos jovens e às famílias.

Pessoas Responsáveis Qualificação:
30 pessoas entre elas: Voluntários, Psicólogos, administradores, Pedagoga, Assistente Social, Professores, Médicos, Dentistas, Orientadores Educacionais, Cozinheira, etc.

Quantidade de crianças:
80 – idades de 0 a 17 anos meninas e meninos

Abordagem de rua:
Nossa missão consiste em ir ao encontro dos meninos e meninas nas ruas, acolher suas reais necessidades, ajudá-los a "sonhar", criar relações de referência. Também, oferecer alternativas possíveis e atrativas à situação de moradores de rua encaminhando-os às instituições e/ou programas sociais ou propiciando seu retorno à própria família.

Plano de Qualidade de Vida, Cidadania - Educação - Saúde - Profissionalização – Valores - Moradia - Artes – Musica e Integração com a família.

Necessidades:
No momento: roupas, brinquedos, materiais escolares e material de higiene, lençol, cobertores.

Coleta de doações:
Uma Pick-up para coleta

Programa Aprendiz:
Qualificação profissional e também de Ética profissional e mercado de trabalho aos adolescentes e jovens, abrigados ou moradores da comunidade e adjacências, capacitando-os para a inserção no mercado de trabalho seja como empregado ou trabalhador autônomo futuramente.

Formar prioritariamente os adolescentes e jovens para os valores humanos, profissional e cristão que atenda as demandas do mercado de trabalho e da sociedade em geral; Contribuir com uma frente de trabalho de fácil implementação e de custo baixo, utilizando a própria residência, possibilitando ao jovem e adolescente a sua sustentabilidade e da própria família, complementando a renda familiar e inserindo outros membros da família.

· Possibilitar a permanência do adolescente no seu contexto sócio-cultural e familiar;
· Divulgar e discutir o Estatuto da Criança e do Adolescente e Noções da Legislação Trabalhista;
· Estimular formas de organização do trabalho;
· Propiciar o desenvolvimento da auto-estima;
· Orientar os jovens e adolescentes nos cuidados quanto aos relacionamentos intra e interpessoal.

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