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Entrevista Cobrart

Como surgiu a Cobrart?

A Cobrart, como empresa autônoma, surgiu há 15 anos, a partir da experiência de cobrança extra-judicial que já era feita dentro de nossa firma de advocacia. Percebemos que já possuíamos o know-how e a tecnologia de atendimento para criarmos uma empresa voltada exclusivamente para o atendimento. Com o tempo, além da tele-cobrança, o investimento constante no contact-center da Cobrart permitiu que ela estendesse sua atuação, com sucesso, para as áreas de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e tele-vendas.

Vale a pena terceirizar a cobrança extra-judicial?

Sim, terceirizando a cobrança, o contratante pode concentrar seus esforços no seu core business, que, nos casos das sociedades de fomento mercantil, é a concessão de crédito. A firma especializada possui mais experiência na escolha e na capacitação dos profissionais que realizarão o serviço, possui menor custo graças à economia de escala que pratica com os fornecedores do ramo (telefonia, SMS, gráficas etc.) e faz uso de tecnologia que permite melhor aproveitamento e segurança, como o enriquecimento do cadastro, discadores preditivos, envio de mensagens em massa, gravação das negociações etc. Além disso, é muito comum que o devedor, ao perceber a simples mudança de seu interlocutor e maneira mais profissional com que a negociação passa a ter, dê mais importância ao encaminhamento da solução.

Como o atual cenário econômico influencia a cobrança de recebíveis?

A recessão é um momento em que, dada a queda do volume de vendas, os empresários começam a dar, naturalmente, uma atenção maior aos recebíveis que estão na rua. Este
cenário desafiador demanda ainda mais especialização na cobrança, pois, além do aumento da quantidade de títulos em atraso e da urgência cada vez maior em recebê-los logo, a negociação com o devedor, também atingido pela crise, demanda um número maior de contatos e mais flexibilização na negociação.

Leonardo de Camargo Barroso
Diretor da Cobrart

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